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Mulher afirma que sempre cuidou bem da criança e nega maus tratos

20/11 Mulher afirma que sempre cuidou bem da criança e nega maus tratos

Cássia Silva de Oliveira e a filha

 

Cileide, indígena do povo Tupinambá de Olivença, procurou o BJM como direito de resposta das acusações que sofreu de Cássia Silva de Oliveira (na época menor de idade) disse que nem ela e nem o pai cuidavam da criança. Aos seis meses de idade a criança ficou muito doente com infecção intestinal por conta da má alimentação e Cleide disse que cuidou levando a criança ao médico. Cassia decidiu ir embora e deixou a criança com o pai, mas não teria entregado a menina para o pai, deixou na casa de Cleide, e o pai nunca foi buscar. “Na época ele era Office boy do fórum, o técnico administrativo Billy, viu minhas filhas passar com a criança perguntou a situação, e disse que ele deveria passar a guarda para mim, guarda essa que o mesmo nunca levou para que o juiz fizesse homologação, por esse motivo não tem validade, descobri sete anos depois, nunca tramitei em adotar a criança por que os pais nunca mostraram interesse em ter ela de volta, e segundo Dra Aida, advogada da época os documentos estavam todos corretos”, disse Cleide. Cleide nega ainda que a criança foi usada como empregada doméstica e ter vivia em situação desumana na sua casa. Ela disse ao BJM que pede socorro aos órgãos público para interver nessa situação e se sente difamada constantemente nas redes sociais.

O caso

Cássia Silva de Oliveira, mãe protagonista desta história, que sofre, pois a sua filha foi afastada dos seus braços com apenas 10 meses de vida pelo seu então companheiro e pai da criança. Tauan de Oliveira Albuquerque mantinha um relacionamento afetivo com Cássia. Relacionamento este conturbado, onde Tauan a tratava com agressões, ameaças e xingamentos, não mais suportando tal situação Cássia, então decide por fim a este relacionamento. Tauan por não aceitar o fim do relacionamento, teria ameaçado mais uma vez Cássia, pois queria ele a criança para forçar uma possível reconciliação, Cássia então por se tratar de uma menor imatura e inexperiente que deu a luz com apenas 15 anos de idade, e temendo por sua vida cedeu à pressão sofrida e entregou sua filha com apenas 10 meses de vida. Passando a conviver com a dor de ter sua filha retirada dos seus braços sem o direito de ver ou acompanhar o desenvolvimento da criança. A criança passou a ser criada por Cileide Batista Magalhães. Em posse de Cileide, a criança com apenas 10 meses de vida, passa a si deparar com uma vida totalmente oposta a que estava acostumada com sua mãe, este formato novo de vida da criança desencadeou uma série de complicações. Segundo os familiares da criança, existem áudios no whatsApp que mostram um desequilíbrio psicológico, condenando a criança a ter uma trajetória de vida sofrida como a sua, expondo a mesma ao seu estilo de vida de curtições regadas a bebidas alcoólicas e atos não compatíveis de exemplo familiar e que a mesma postava em suas redes sociais. Percebendo sua difícil situação, Cileide, em janeiro deste ano contatou uma ex patroa, por nome Jacqueline, e relatou que estava passando dificuldades financeiras. Pediu a mesma para cuidar da criança durante um período, Jacqueline por suas ocupações profissionais disse que não seria possível ficar com a criança, sugerindo a sua irmã Jocelene, moradora do município de Lajedo do Tabocal. Que recebeu a criança em sua casa para cuidar por um tempo. Com a convivência, Jocilene percebeu alguns comportamentos estranhos na criança constatando também que a menina não é alfabetizada. Atitudes especificas da criança chamou atenção de Jocelene que a levou a procurar o Conselho Tutelar do município, porém foi informada que não seria de competência do posto de Lajedo do Tabocal. Jocelene a levou ao psicólogo e segundo o relato do profissional, a menor apresenta sintomas compatíveis com o CID 10 F93, necessitando de acolhimento já que por conta do histórico de vulnerabilidade e negligência seu quadro psíquico apresenta prejuízos psicossociais, funcionais e sofrimento emocional. Comprometimento psicológico na percepção crítica da realidade no desenvolvimento infantil segundo os parâmetros culturais da sua faixa. Fazendo-se necessário garantir a criança tratamento psicológico e promover a diminuição de estímulos estressores para que esta não corra risco de comprometimento crônico na sua saúde mental – conforme atestado. Nesse período a mãe verdadeira da criança foi localizada pela família de Jocelene, a mãe até então buscava e sonhava com a oportunidade de reencontrar sua filha que há 5 anos não via, percebendo a idoneidade da verdadeira mãe, Jocelene e sua família se dispões em ajudá-la a ter de volta sua criança. Para proteger a criança, Jocelene e sua família entregou a mesma a sua verdadeira mãe Cássia, que agora junto com a família de Jocelene estão sendo, perseguidas e ameaçadas. Cileide procurou o Conselho Tutelar de Lajedo do Tabocal (que aceitou a denúncia – que outrora o mesmo Conselho havia negado atendimento a Jocelene alegando que o caso seria de competência do Posto de Itacaré). Tauan teria ido a Lagedo do Tabocal afim de pressionar junto com Cileide, a devolução da menina a Cileide, não sendo atendidos, pois a criança estaria com a sua mãe verdadeira, a justiça acatando a denúncia do conselho tutelar de Lagedo do Tabocal, determinou busca e apreensão da criança para ser entregue a Tauan, o mesmo a tirou de sua verdadeira mãe e entregou a então uma estranha (Cileide). A verdadeira mãe da menor foi localizada e mãe e filha se reencontraram na última semana. Porém a mãe esta escondida com a filha por que a justiça determinou busca e apreensão da garota para que seja devolvida a antiga cuidadora, o que colocará em risco a integridade da criança.

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