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Coluna Jorge Barros: Há algo de podre no reinado da doação de absorventes às mulheres carentes

13/10 Coluna Jorge Barros: Há algo de podre no reinado da doação de absorventes às mulheres carentes

Essa polêmica não terminou; e ela está longe de terminar. Tudo tem uma origem, e qualquer história começa a partir de um marco. Nenhum fato nasce do vazio. Uma grande canção popular, em um dos seus versos, é peremptória (decisiva): “Dinheiro na mão é vendaval, é vendaval, na vida de um sonhador! Quanta gente aí se engana e cai da cama com toda a ilusão que sonhou... “. Está no site da TV Cultura, zombeteiramente chamada TV de João Dórea: ORGANIZAÇÃO GOVERNAMENTAL (ONG) cria projeto para conter pobreza menstrual no Brasil. Mas só pobreza menstrual? A ONG em questão é a GIRL UP. Segundo esta organização, trinta milhões de mulheres carentes no Brasil menstruam e não tem recursos suficientes para a higienização de seu corpo. Chama esse drama de falta de recursos para o combate à pobreza menstrual. Até aí, nenhuma maldade à MODA DINHEIRO NA MÃO É VENDAVAL, É VENDAVA! Mas, mas, está preocupada e aflita ONG é parceira de carteirinha assinada da P & G, que fabrica o absorvente ALWAYS, composto de material não biodegradável (plástico) em sua composição química, e bem mais caro do que o absorvente comum. Quanto assombro: Uma ONG que se diz defensora do meio ambiente, que luta pela preservação ambiental, que almeja o fabuloso mundo ecológico etc, faz parceria com uma indústria que fabrica material poluidor do meio ambiente. O dinheiro é o centro do mal; a voz do dinheiro, em muitos casos, sempre fala mais alto, nem que que para isso o meio ambiente tenha que ser ultrajado, destruído. O ideal é tirar dinheiro do governo. Acredita-se que deu para você entender por que a GIL UP está indignada com o veto do governo federal à distribuição gratuita de absorventes às mulheres carentes. FOI MALANDRO É! Fonte de consulta para esta coluna: Não existe absorvente grátis. Vídeo da professora Paula Marisa, no You Tube. Acesse-o você também. Informe-se bem para que você não se torne em um objeto manipulável de uma esquerda criminosa, prostituta e apta para as mais bizarras narrativas. Um livro e um filme indicados nesta coluna. Filme: Rebeca, a mulher inesquecível (1940), do diretor Alfred Hitchcock. Um clássico do cinema de suspense, com Laurence Olivier, Joan Fontaine, Judith Anderson e outros. Prêmios da Academia de Cinema de Hollywood: melhor filme e melhor fotografia em preto e branco. Livro: Desculpe-me, socialista – Desmascarando as 50 mentiras mais contadas pela esquerda. Lawrence W. Reed. São Paulo: Faro Editorial, 20188. O título deste livro já expressa tudo, não cabendo mais justificativas. Jorge Barros.

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