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Coluna Jorge Barros: Em 2013, Dilma Rousseff bate o carimbo de veto à redução de impostos na compra de absorventes pelas mulheres carentes

15/10 Coluna Jorge Barros: Em 2013, Dilma Rousseff bate o carimbo de veto à redução de impostos na compra de absorventes pelas mulheres carentes

A história é uma história; o tempo passa, mas, muitos registros de cada tempo jamais serão apagados da memória (ou das memórias). No submundo da política suja, decadente e criminosa, ouvem-se acusações e ataques raivosos contra opositores e adversários políticos, porém sem a preocupação do retorno ao passado; ao passado sujo, diga-se de passagem. Não lembram que o passado sujo condena, ele não perdoa. A esquerda brasileira é pródiga em acusar a direita daquilo que ela faz, e xingá-la daquilo que ela é. Verdade inquestionável. A esquerda brasileira também é pródiga em deixar rastros de ódio por onde passa; ela é também pródiga em deixar lama onde governa. No ano de 2013, Dilma Rousseff era a presidente (presidenta) do Brasil. Mulher, mãe, avó. Nesse mesmo ano fora enviada ao Congresso Nacional a Medida Provisória (MP) de número 609, que propunha reduzir a zero a alíquota do PIS/COFINS (imposto) na compra de fraldas, escovas de dente e absorventes. Dilma Rousseff disse não à aprovação desse projeto. Absorventes? Sim, isso mesmo, absorventes! E as mulheres carentes, pobres e esquecidas nas grandes periferias? E as mulheres negras e desempregadas? Dilma Rousseff nem quis saber dessa realidade; Dilma Rousseff colocou uma venda nos olhos para essa política pública. Alguém lembra de alaridos e berros dos esquerdistas vagabundos, bandidos e criminosos contra esse veto de Dilma Rousseff? A mídia e a imprensa, a serviço da esquerda vermelha e criminosa, não bradaram: Dilma Assassina! Dilma Genocida! Dilma Negacionista! Dilma Fascista! Não vimos nas redes sociais, A GRANDE HASHTAG: DILMA, DEIXE-ME MENSTRUAR! E mais: as feministas do barulho não foram às ruas para o protesto contra o veto de uma mulher, mãe e avó, à redução de impostos na compra de um produto de higiene indispensável a todas as mulheres. Mas, contra o veto de Bolsonaro à MP que propõe a doação de absorventes às mulheres carentes, que, se fosse aprovada como fora enviada ao Congresso, incorreria em violação da Lei de Responsabilidade Fiscal, a esquerda criminosa se levantou; e se levantou com veemência e fúria. Para você refletir hoje, amanhã e depois.

Professor Jorge Barros

Contador de Cliques



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