Coluna Jorge Barros: Quanto tempo dura uma luta?

Sexta-Feira, 12/01/18

Quanto tempo dura uma luta? Esta pergunta é muito fácil de responder: Uma luta dura muito tempo. E, qualquer que seja o tempo, o coletivo (a sociedade) é responsável pelo mesmo; e pelas conquistas que só virão pela insistência, pela determinação e perseverança. O genial Charles Chaplin (o inesquecível Carlito) já dizia que a perseverança é o caminho do êxito, da conquista. É de praxe, em Jequié, lideranças sociais, entidades públicas e privadas, organizações sociais e políticos começarem uma campanha em defesa de um projeto que trará o desenvolvimento para o município, desistirem da luta em defesa do mesmo após os primeiros rounds. Independência não se ganha, conquista-se. A história tem mostrado que, em uma luta, seja ela qual for, desertores e covardes não sobem ao pódio e, por conseguinte, não recebem nenhuma medalha. E quem quiser que tome a sua carapuça. E por causa dos desertores e dos covardes que abandonaram e abandonam a luta, Jequié não tem um aeroporto que atenda demandas sociais de todos os seus munícipes, não tem uma universidade pública estadual (tem um campus universitário totalmente colonizado por Vitória da Conquista), não tem um Shopping Center, não tem uma rodoviária moderna e ampla, não tem salas de cinema, não tem um salão de convenções, não tem um parque industrial nos moldes dos parques de grandes cidades, não tem um comércio progressista e atraente no que tange a bom atendimento, preços e variedades, não tem espaços artísticos decentemente equipados para a prática das artes e da exibição de bons espetáculos etc. Eu continuo na luta, e você? Para os desertores e covardes, uma grande advertência de Bertolt Brecht: Há homens que lutam um dia e são bons, há outros que lutam um ano e são os melhores, há os que lutam muitos anos e são muito bons. Mas há os que lutam toda a vida e estes são imprescindíveis.
Professor Jorge Barros

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Jorge Barros Sábado, 13/01 às 19:01

Mais uma resposta para Henry. Vamos por partes. Henry, antes de você publicar seu contraponto, deveria fazer uma releitura dos seus argumentos publicados. Neles você coloca as seguintes frases em relação a minha pessoa: 1. Pessoas que se acham mais inteligentes e cultas de Jequié, são ignorantes; 2. Palhaçada desta. No meu texto, em nenhum momento me coloco como alguém mais inteligente de Jequié; chamar-me de ignorante é ofensa; palhaçada desta, tal como fora colado, denota um sentido pejorativo, ofensivo, portanto. A partir de agora, antes de você se referir a uma pessoa com ofensas, lembre-se da terceira lei de Newton que diz que toda ação corresponde a uma reação de igual intensidade, porém de sentido oposto. O mais chocante nesse episódio é que você se preocupa tanto com o tal decreto N. 7168, de 05/05 de 2010, mas não explica à sociedade jequieense por que não se preocupou e não se preocupa, como um jequiense, com o resgate de um patrimônio (Aeroporto Vicente Grillo) que, no passado, tanto beneficiou sócio e economicamente a Cidade Sol. “Caia na real, camarada!”. Saia do seu mundinho vazio e sem perspectivas. Mais um esclarecimento: Quando fiz o trabalho de filmagens e fotografias, no terminal aeroviário, em 2015, nenhum helicóptero aterrissava ou decolava no mesmo, pois a sua decadência era visível a olho nu. Se Brecht estivesse em Jequié ele adoraria o tipo de trabalho que foi feito pois, para ele, a arte que transforma e conscientiza é aquela que é transgressora, que causa choque, que propõe o confronto direto. Leia alguns livros de sua autoria para confirmar essas verdades. Sou soteropolitano, e na minha cidade, Salvador, tem um dos maiores aeroportos do Brasil, e constantemente me dirijo para lá para viajar de avião. Como vê, se quisesse ficaria alienado, conformado com a miserável situação socioeconômica de sua cidade que não tem um aeroporto moderno, uma universidade pública, um cinema, um Shopping Center, um centro de convenções, um parque industrial desenvolvimentista etc. No momento não estou preocupado em falar inglês, espanhol ou outro idioma qualquer, e sim tentar resgatar velhos valores de sua terra, que já foi a terceira maior cidade do estado da Bahia. Posso lhe afiançar que você não sabia disso. Em sua próxima crítica, saiba distinguir em português, em inglês e espanhol, o que é construtivo e o que é destrutivo, para que não ficar fazendo comentários tolos e sem sentido. E tome mais Brecht para você: 1 - Sempre se deve partir das más coisas novas e não das boas coisas velhas; 2 – Tema menos a morte e mais uma vida vazia, insuficiente, inútil; 3 – Apenas quando somos instruídos pela realidade é que podemos modifica-la; 4 - O homem fraco morre; o homem forte combate; 5 -Todas as artes ( a palhaçada está incluída) contribuem para a maior de todas as artes: a arte de viver.
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Renato Sábado, 13/01 às 18:01

Boa tarde ! Meu caro “ Henry” , você foi aluno do professor José lentinho ???? Uma dica , leia uma literatura menos complexa, será muito melhor para o seu mundo.
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Henry Sexta-Feira, 12/01 às 19:01

Boa tarde Professor, Mestre ou Doutor. Obrigado pela sua resposta ao meu comentário, o conhecendo através dos seus comentários, eu não esperava outra reação. Também, o agradeço imensamente pela sugestão:" Henry, urgentemente ,procure um livro de autoajuda, pois você precisa ser curado desse seu complexo de inferioridade ." Então vamos lá aos sintomas de complexo de inferioridade: Busca por reconhecimento. Sensibilidade a críticas . Preucupacao exessiva com a opinião das pessoas. Mania de de apontar defeitos nas pessoas para se proteger. Meu comentário no foi baseado em palhaçada e sim na realidade: e crime invadir a área do aeroporto , decreto No.7168 de 5 de maio de 2010. A sua resposta ao meu comentário , comprova o autodiagnóstico de : complexo de inferioridade . A minha sugestão construtiva, já que você se preucupa tanto com a cultura de Jequié , e eu concordo plenamente com você , ao invés de constantemente demonstrar uma pessoa culta na sua coluna em só fazer críticas , de início desde já em incentivar a importância da cultura e educação para os jovens nos complexos residenciais Cachoerinha, Segredo , Mandacaru I e Ii. Eu prometo que compartilharei em ajudar os jovens a aprenderem inglês ,espanhol ( idiomas que o culto professor não fala) e orientar os pais a importância da saúde preventiva. Em conclusão: Não se esqueça de procurar ajuda com o seu problema de complexo de inferioridade. Também , desde já aprenda a aceitar as críticas direcionadas aos seus comentários porque você não estar sinete que existe muitas pessoas mais cultas e inteligente do que você , sem o mesmo complexo de inferioridade que fazem comentário. Um abraço e inicie 2018 incentivando a cultura e educação nos complexos residenciais citados porque criticar e uma coisa , fazer e emplemtar e outra. Outro abraço

Lacerda Segunda-Feira, 15/01 às 04:01

Se apoquente não vei... Jorge Barros, é o intelectual do sertão... bem no estilo Lampião, a cara de Jequié. Se você o questionar, ir de encontro com as opiniões dele, daí a pouco ele vai te pedir o teu endereço, querer saber quem és... e se não tiver cuidado, pode ter a surpresa de ter ele batendo na tua porta com um facão na mão... barraqueiro, destemperado, desbocado... Ou seja, do tipo coxinha metido a intelectualizado. Como personagem está mais para pavão do que conhecedor de historia e faiseur d'opinion. Um mero reproduzidor de palavras bonitas e aplaudidas. Ou seria um justiceiro de palavreados,(palavrão)? Como dizia minha avó, leve a sério não, é um mané pasta pura.
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JOSÉ PAIVA DOS SANTOS Sexta-Feira, 12/01 às 18:01

CARÍSSIMOS INTERNAUTAS: Enquanto existir pessoas contrárias á luta deste incansável Professor Jorge Barros, que defende o bom combate, contrário a políticos viciados de nossa cidade, Ainda tem pessoas contrárias ás críticas construtivas do Professor Jorge. Homem este! que merecia uma cadeira na Câmara de Vereadores, claro! que não sei se o mesmo tem esta aptidão política. Justamente para defender os mais fracos e preguiçosos. Infelizmente existem uma gama de pessoas que não lutam pelo bem estar de sua cidade que convive. Sou plenamente á favor das idéias construtivas e combativas do Jorge! homem corajoso! não tem medo de cara feia, sabem porque! não se dobra aos poderosos e pessoas que depois de eleita esquecem do povo. Elegem-se e depois esquecem que tem que representar com lisura, coragem e seriedade em favor de sua comunidade. Se dentro de nosso município tivessem 20 homens da estirpe do Jorge, teríamos uma cidade prospera, moderna e futurista. (ESTA É A MINHA OPINIÃO, DOA Á QUEM DOÊ!)
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Jorge Barros Sexta-Feira, 12/01 às 16:01

Uma resposta para a ignorância e a estupidez de Henry: Quando o trabalho artístico foi realizado, em 2015, o terminal aeroviário estava em completo abandono, isto é, sem portões, animais na pista, pessoas praticando exercícios de caminhada em sua pista, muros caídos, aves de rapina tomando conta da vegetação, casais de diversos gêneros se encontrando à noite para a prática do sexo livre, o lixo acumulado em torno do mesmo etc. Henry, bom seria se todos os artistas de Jequié e as pessoas inteligentes e que formam opinião (é claro que você não se encontra nessa categoria, pois, sequer se identifica por completo, esconde-se atrás de cinco letras) tivessem a mesma audácia e fizessem o mesmo. Coloque isso em seu cérebro vazio e inútil: só a união e a luta dos inteligentes, dos palhaços, dos artistas, dos cultos, dos progressistas e dos revolucionários resgatam a sua cidade da miséria latente e do ostracismo socioeconômico em que vive. Certamente a sua ignorância e estupidez não lhe permitem saber que eu coordenei a Noite de Vigília em Defesa do Aeroporto de Jequié, no dia 28 de março de 2015. Mais adiante você tomará conhecimento detalhado dos principais fatos daquela noite, pois lá não estava, e sim no seu mundo ruim e alienado. Henry, já pensou no sucesso que eu faria se fosse preso pela Polícia Federal porque estava na luta em defesa do Aeroporto de Jequié? Que falta de sorte essa minha! Henry, urgentemente, procure um livro de autoajuda, pois você precisa ser curado desse complexo de inferioridade e da covardia que lhe é própria. Reprisando: Identifique-se por completo, mostre sua cara, saia das sombras, não tenha medo do confronto direto, seja da geração de quem assume o que faz, dê um término a frustração que reside em você, leia Brecht. Estamos apenas em um debate de ideias.
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revoltado Sexta-Feira, 12/01 às 12:01

Precisamos e muito de uma Universidade Estadual Independente, uma Universidade Federal ( que seja um Campus), uma Rodoviária moderna e algumas Indústrias para alavancar a economia de Jequié.
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Henry Sexta-Feira, 12/01 às 11:01

Bom dia a todos! Seria tão bom se existisse em Jequie um departamento da PF para prender em flagrante pessoas que cometem o crime de atentado à segurança da navegação aérea . Para pessoas que se acham os mais inteligentes e cultos de Jequie, sao ingnorantes. E crime invadir a área do aeroporto , decreto No 7168 de 5 de maio de 2010. Mesmo com o Aeroporto Vicente Grillo semi abandonado, aeronaves de pequeno porte continuam aterrissando e decolando . Seria bom se no momento de uma palhaçada desta, uma aeronave de pequeno porte transportando uma autoridade federal estivesse prestes a decolar. Qual seria o resultado ?

Neto Sábado, 13/01 às 09:01

Ingnorancia?
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