Rede de intrigas - Eleição para presidente 2018 (Parte II)

Terça-Feira, 17/07/18



Dando-se continuidade a parte I do tema em pauta, abordam-se aqui os motivos pelos quais os 17 candidatos (da direita canalha e da esquerda bandida) a presidente do Brasil se hostilizam durante a campanha, na tentativa de subirem a rampa do Palácio do Planalto no dia 1 de janeiro de 2019. Ei-los: a campanha é feita nos moldes do vale tudo com direito a um teatrinho da pior qualidade com máscaras e jogo das aparências, sob a complacência do Supremo Tribunal Eleitoral (STE), do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF); as bandeiras da moral, da ética e da justiça durante a patética campanha não valerão um centavo do real, e depois dela muito menos ainda, para os 17 cínicos candidatos; o grosso do eleitorado brasileiro ama ser chantageado, traído e atuar como massa de manobra do esquema sujo e corrupto; a impunidade é a desgraça maior que corrói o sistema político brasileiro, e, como consequência, a maioria esmagadora dos bandidos e ladrões do dinheiro público fica impune ou, no máximo, vai para as suas mansões e apartamentos de luxo com tornozeleira eletrônica; a tal democracia de coalizão permite qualquer tipo de conchavo, de maracutaia, de pilantragem, de jogo do toma lá dá cá e de conveniências recheadas de suborno, tudo em nome da maldita governabilidade; depois da eleição, a maioria esmagadora do eleitorado incauta e alienada permanecerá mais ainda incauta e alienada, mobilizando-se só para carnaval, futebol, festas, samba suor e cerveja e outras gandaias; a mentira e o descaramento dos candidatos são práticas normais para a conquista do poder e para a violação da Constituição etc. Uma prova, somente uma prova: o mesmo PMDB, hoje MDB, que era pinchado como golpista, traidor, reacionário, conservador e coxinha pelo PT por ter comandado impeachment de Dilma Rousseff, já foi seduzido pelo próprio PT para fazer alianças em vários estados da federação para as eleições deste ano. Você, que pretende ir à urna escolher seu candidato a presidente, deve refletir sobre tudo o que foi exposto anteriormente. Não se iluda mais com o teatrinho e o jogo sujo dos 17 candidatos a presidente. Esquerdistas acusarão direitistas e direitistas acusarão esquerdistas, mas só para a conquista do seu voto. Você só deve ir à urna depois do grande cerco à Câmara dos Deputados (a piscina de ratos de esgoto da política brasileira), ao Senado (covil de aves de rapina lesa-pátria), ao Palácio da Alvorada (centro da bandidagem onde mora Michel Temer), ao STF (suprema corte que nenhum brasileiro de bem confia mais e quer ver extinta já!).

Professor Jorge Barros

Jorge Barros

Jorge Barros

Professor da UESB, poeta, ator e agitador cultural


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