Os governos e a exploração dos trabalhadores - Até quando?

Sexta-Feira, 05/01/18



A partir de 1º de janeiro começou a nossa triste peregrinação para pagamento de impostos. Até 1º de junho, milhões de brasileiros honestos estarão caminhando pela estrada de uma das mais altas e iníquas cargas tributárias do mundo. Até o primeiro dia do sexto mês deste ano, os nossos salários e outros rendimentos honestos serão entregue à gula dos governos federal, estadual e municipal. Mas, apesar de estarmos submetidos a uma das mais altas e iníquas cargas tributárias do universo, temos um dos piores serviços públicos do universo. A educação pública no Brasil nos envergonha; a saúde ( também pública) é um lixo; a segurança dos brasileiros está mais sob o controle dos bandidos e assassinos do que da própria polícia, seja ela municipal, estadual ou federal; o Poder Judiciário seria cômico se não fosse trágico; mais de doze milhões de desempregados parece que não é nenhum problema para esse governo que vive do sangue e do suor dos trabalhadores; as estatísticas da violência em nenhum momento sensibilizam o legislativo, o executivo e o judiciário etc. Onde está a nossa revolta? Por que permanecemos num imobilismo canalha? Por que, dia após dia, aceitamos calados o assalto aos nossos bolsos? Quando cercaremos o prostíbulo dirigido pelos piores bandidos políticos que funciona em Brasília? Para refletirmos, antes que a nossa desgraça seja irreversível. Duas bombásticas notícias: 1ª - Assumiu a pasta do Ministério do Trabalho a deputada Cristiane Brasil, filha do ex-deputado Roberto Jeferson, condenado no julgamento do Mensalão; 2ª – No lugar da deputada Cristiane Brasil assumirá o suplente Nelson Nahim, preso em junho de 2016 sob acusação de comandar uma rede de exploração sexual de crianças, e irmão do ex-governador Anthony Garotinho.

Professor Jorge Barros

Jorge Barros

Jorge Barros

Professor da UESB, poeta, ator e agitador cultural


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