Mais vale um jegue que me carregue que uma GIRAFA que não existe lá na Amazônia

Terça-Feira, 03/09/19

Em 1995, a Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense, em busca do seu quinto título, e tendo à frente a carnavalesca Rosa Magalhães, levou para avenida o enredo: Mais vale um jegue que me carregue que um camelo que me derrube lá no Ceará. O enredo (campeão daquele ano) contava a história de uma louca e ousada importação de camelos, da Argélia, por D. Pedro II, para que os mesmos servissem de transporte em uma expedição científica para descobrir jazidas minerais importantes e tesouros (relíquias) deixados por espanhóis em terras cearenses. Não deu certo; e nem poderia dar. Camelos não nasceram para essa missão em terras brasileiras; jegues eram apropriados para tal. Assim começa o samba enredo campeão: Balançou (o camelo) não deu certo não, pois não passou de ilusão. Eles (os camelos) trouxeram o balanço do deserto, mas não há gingado certo par cruzar o nosso chão... Na Amazônia nunca existiu, não existe e, certamente, nunca existirá girafa. Importar girafas para a Amazônia é missão impossível; não dá certo. Não só girafas, como também dinossauros, leões, cangurus etc. Qualquer opositor, principalmente o esquerdista doente e irrecuperável, tem o direito de criticar o governo Bolsonaro; tem o direto de fazer críticas ácidas e corrosivas às atuações de Bolsonaro, sejam elas sensatas ou insensatas. Afinal, estamos em uma democracia representativa e defensora dos diretos de manifestação e organização e do direito à palavra viva, ou morta. Democracia esta que, aliás, não existe exatamente nos países socialistas vermelhos adeptos da sangrenta ditadura marxista-leninista- stalinista, que esses mesmos esquerdistas alucinados e irrecuperáveis defendem, e querem implantar no Brasil. Outrossim, não é nada inteligente, coerente e sensato, estes esquerdistas alucinados acusarem o governo Bolsonaro de exterminador dos animais acima citados, no incêndio ocorrido na Amazônia; incêndio este provocados por eles ou por comparsas dos mesmos, como alguns órgãos de imprensa já denunciaram amplamente. Artistas pós-modernos, da resistência já queimada, diga-se de passagem, não hesitaram em exibir, nas redes sociais, estampas ecológicas idiotas e de extrema ignorância para denunciarem as maldades de Bolsonaro com os estranhos animais que eles afirmam que existem na Amazônia. Mas eles deram com os burros n’água; não fizeram mais do que a exibição da produção da ignorância no tocante à fauna e à flora da Amazônia Brasileira. Caíram no ridículo e continuarão a cair, porque não estão interessados no bem da Amazônia, e sim em utilizá-la para a pregação de sua maldita ideologia política marxista, em momentos oportunos, bem como para o retorno de ONGs comprometidas com partidos políticos da esquerda bandida nacional e estrangeira e saques aos cofres públicos. Sobre o incêndio na Amazônia, as verdades já foram expostas e os canalhas que tentaram tirar proveito dessa tragédia já foram desmascarados e denunciados. O mal por si destrói. A AMAZÔNIA É NOSSA! FORA MÍDIA CANALHA! FORA ESQUERDA BANDIDA E LACAIA! FORA MACRON!

Professor Jorge Barros

Jorge Barros

Jorge Barros

Professor da UESB, poeta, ator e agitador cultural


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Bruno Ricardo Sábado, 21/09 às 18:09

O enredo, nobre professor, combina também com a escolha feita pelo povo em outubro do ano passado.
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