José Celestino (BAIANÃ0), bom seria se todos fossem iguais a você

Sexta-Feira, 21/09/18

José Celestino (BAIANÃ0), bom seria se todos fossem iguais a você

Há homens que por esta terra passam e não deixam marcas; há homens que por esta terra passam, vivem, constroem a história da mesma, e também constroem a sua própria história. Assim caminham as criaturas; assim caminha a humanidade. Desde Adão e Eva esse rito é seguido. O homem só é feliz quando ele consegue distinguir - durante toda a sua existência - a diferença fundamental entre viver e existir. Existir é muito simples, basta respirar; porém, viver não é tão simples assim. Viver requer muitas habilidades, muito fôlego, uma imensa força de vontade, capacidade de se relacionar bem com todos, fortes desejos, completa determinação, coragem e crença em si, nos outros e na própria vida. E por falar em viver, que tal lembrar e relembrar o nosso grande e querido amigo José Celestino (BAIANÃO), que vive muito bem, obrigado! Na foto desta coluna, o que está com uma pasta e um chapéu na mão. No dia 23 de setembro, domingo mais precisamente, ele (BAIANÃO) completará exatos 86 anos de idade. Antecipadamente, com muito carinho e afeto, os seus familiares, amigos vizinhos e o BLOG de Júnior Mascote lhe desejam parabéns e muitas felicidades por esse dia e pelo resto de vida que ainda terá aqui nesta terra. Assim está escrito: Em um dia chegamos e em outro dia sairemos. Porventura, alguém fugirá desse destino? 86 anos são 1.032 meses, 30.960 dias (considerando cada mês com 30 dias), 743.040 horas, 44.582.400 minutos, 2.674.944.000 segundos. Quanto tempo, mas parece que foi ontem! Quantas experiências boas e ruins! Quantos encontros, reencontros e desencontros! Quantos sorrisos e quantas lágrimas! Quantas alegrias e tristezas! Quantos dias de sol e de chuva! Quantos céus azuis e nublados! Quantos dias de calor e de frio! Quantas eleições ganhas e quantas eleições perdidas! Experimenta tudo isso quem resolve viver, e não só existir. É o caso de BAIANÃO (23/09 /1932 -), filho de Pedro Celestino e de Enésia Barreto Palma, residente na Rua Professora Ferreirinha, n. 30, Alto da Coelba (Jequiezinho). Quando estava na ativa, isto é, quando demonstrava a sua força de trabalho remunerada, ocupou diversos cargos importantes na Prefeitura Municipal de Jequié, dentre eles: fiscal de obras, administrador de turmas, fiscal do antigo Mercado Municipal, fiscal geral dos jardins, chefe da limpeza dos bairros, fiscal da feira, fiscal de tributos e coordenador do almoxarifado. BAIANÃO sempre procurou (e ainda procura) manter fortes laços de amizades com todos. Até com os inimigos ele é capaz de se relacionar bem. E com políticos tradicionais de Jequié jamais poderia ser diferente. Os descendentes das famílias Borges e Lomanto que o digam. A foto desta coluna é uma prova incontestável disso. Se dependesse de BAIANÃO, Jequié estaria em outra posição social e econômica; estaria nos trilhos do desenvolvimento em todos os aspectos, que vivenciou na década de 1940, quando alcançou o posto de terceira maior cidade do estado da Bahia, ficando atrás somente de Salvador e de Feira de Santana. Quando isso aconteceu, BAIANÃO começava entrar na fase da adolescência e, certamente, deve se lembrar de como tudo era diferente do que é hoje. Outro feito notório do grande amigo BAIANÃO: preservar, em sua aconchegante e humilde residência, um excelente e significativo acervo de fotos sobre a história de Jequié. Esse ato reforça o título desta coluna: BAIANÃO, bom seria se todos fossem iguais a você. Parabéns pelos seus 86 anos de vida; e nunca se esqueça de que essa dádiva vem de DEUS. Para você, seus familiares, vizinhos e amigos, um pouco da sabedoria do grande poeta e dramaturgo William Shakespeare: A alegria evita mil males e prolonga a vida; Os homens de poucas palavras são os melhores; Ser grande é abraçar uma grande causa; A gratidão é o único tesouro dos humildes; As ideias das pessoas são pedaços de felicidade; Aprendi que são os pequenos acontecimentos que tornam a vida espetacular.

Professor Jorge Barros

Jorge Barros

Jorge Barros

Professor da UESB, poeta, ator e agitador cultural


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