Delírios de uma esquerda bandida, criminosa e derrotada

Terça-Feira, 30/04/19

O Grande escritor Érico Veríssimo, em sua obra literária Solo de Clarineta, desabafa: Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que um escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiça como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto. Assim sendo, por nosso turno, estamos vigilantes; não nos cansamos (e não nos cansaremos) de expor os fatos e as verdades sobre a triste e trágica trajetória política do Brasil devastado, humilhado e saqueado por bandidos-políticos da direita e da esquerda. Nessa triste e trágica trajetória não faltam mentiras, inverdades, bem como oportunismo, cinismo, canalhice, engodo, bandidagem, malandragem etc; tudo para a conquista ou reconquista do poder. Os assassinos, ladrões e tiranos, mencionados no texto do escritor Érico Veríssimo, em nossa realidade Brasileira, têm uma grande vantagem: tiram proveito da ignorância do povo; ignorância pela falta de leitura e de interesse por questões políticas e sociais; ignorância por não se preocupar em formar opinião. O desinteresse do cidadão em participar da vida pública e de cobrar dos governantes nas três esferas do poder o fiel cumprimento das normas constitucionais tem destruído a normalidade da ordem e do progresso. Quem passeia pelas redes sociais e/ou tem o hábito de ter acesso a outros meios de comunicação – revistas, jornais, filmes, canais de TV, panfletos, artigos etc – já deve ter conhecimento de que a esquerda bandida e derrotada no dia 28 de outubro de 2018 não se cansa de divulgar que o Governo Bolsonaro é o culpado por, pasmem os senhores leitores, quinze milhões de desempregados no país. Essa mesma esquerda é enfática ao denunciar que, nos quatro meses do novo governo, nada foi feito para barrar o desemprego, e que o mesmo (governo) se encontra à deriva, isto é, está sem rumos. Essas acusações são ou não delírios de uma esquerda que a todo o custo quer transformar este país em uma nova Venezuela? Que moral tem essa esquerda de falar de Bom

Governo se, para a nossa desgraça política, ela conseguiu desgovernar este país durante dezesseis longos e penosos anos? O que são quatro meses de tentativa de construção do novo governo, diante de 192 meses (16 anos) de destruição de uma esquerda criminosa que foi parceira dos mais terríveis bandidos e ladrões da República? Como reconstruir, em quatro meses, um Estado que teve a maioria esmagadora de suas estatais e outras instituições lucrativas saqueadas e dilapidadas por toda a sorte de ladrões, gatunos, vampiros do dinheiro público, criminosos, estelionatários, assaltantes, larápios, trombadinhas etc, amicíssimos e parceiros dessa mesma esquerda inconsequente e criminosa, que hoje acusa o governo Bolsonaro do rombo que ela mesmo provocou neste Estado? Para os brasileiros que sonham com um novo Brasil, amanhã há de ser um outro dia. Daqui até o final de 2022 teremos a resposta de tudo; e que essa esquerda bandida, maldita, criminosa, derrotada e delirante não volte ao Palácio do Planalto nunca mais. No bojo do que é permitido na Constituição, não medirei esforços para que ela nunca mais retorne. E se o governo de Bolsonaro não cair na mesma vala da Esquerda Bandida Criminosa e Derrotada, BOLSONARO 2022! E você, como se posiciona? E, para que não gosta de máscara (maquiagem) nesta coluna, mais uma! Viva o Teatro! Livros recomendados nesta coluna: 1 - 1599, um ano na vida de Shakespeare, e James Shapiro, da Editora Planeta do Brasil; 2 – A arte da sabedoria, de Baltasar Gracián, da Editora Faro Editorial. Boas leituras.

Professor Jorge Barros

Jorge Barros

Jorge Barros

Professor da UESB, poeta, ator e agitador cultural


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