A vez do senador-trapalhão - trambiqueiro Aécio Neves

Quarta-Feira, 18/04/18

A vez do senador-trapalhão - trambiqueiro Aécio Neves

Os ratos da política brasileira estão em pânico; O ninho dos roedores malditos sofre baixo; o quadrilhão do PSDB, nos últimos dias, não consegue dormir; O PSDB do tucanão pesado Geraldo Alckmin, vulgo O Santo, segundo delatores da Lava Jato, é mais uma sopa de letrinhas na organização criminosa politica que envergonha o Brasil, os brasileiros e o mundo; Aécio Neves sentou-se no banco dos réus, dando início a uma longa estrada do julgamento e a utilização de fórmulas recorrentes para escapar da condenação; o senado, mais uma vez, mostra a sua cara (a cara da corrupção e da canalhice). A primeira turma do Supremo Federal (STF), composta pelos ministros Alexandre de Moraes (presidente), Marcos Aurélio Melo (relator), Luiz Fux, Luiz Roberto Barroso e Rosa Weber, julgou o tucano Aécio Neves por crimes contra a República. Tudo começou quando, no final de março, a denúncia foi reiterada pela Procuradora Geral da República, Raquel Dodge. A denúncia acusa o tucano de obstrução de justiça e corrupção passiva. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), dentre outros crimes lesa-pátria, o criminoso em pauta pediu e recebeu, de forma suja, não republicana e clandestina, R$ 2000000,00 (dois milhões de reais) do empresário Joesley Batista da J&F; dinheiro que foi entregue em quatro parcelas de R$ 500000,00 (quinhentos mil reais), pagas por semana. Por unanimidade, os cinco ministros do STF aceitaram a denúncia de corrupção passiva feita pela Procuradoria Geral da República (PGR), porém, a acusação de obstrução de justiça só foi aceita por quatro dos cinco ministros. Mas agora isso é irrelevante, porque o réu, além de ser alvo de uma ação penal no STF, é também alvo de oito inquéritos no mesmo tribunal. Esse é mais um retrato do mosaico da moralidade da classe política brasileira, que se prevalece da impunidade, do foro privilegiado e do imobilismo da cidadania brasileira. Esta, pacientemente, vê os “Ratos da República” se corromperem e corromperem, e não toma nenhuma atitude. Não só o meliante Aécio Neve caiu na teia de aranha da J&F e da JBS, como também sua irmã e seu primo. Resumão: o ex-candidato a presidente da República e ex-presidente nacional do quadrilhão do PSDB está em maus lençóis e caiu em desgraça; e tomara que isso desabe de forma devastadora sobre a cabeça e a campanha a presidente do tucanão pesado Geraldo Alckmin. Continuo afirmando: Não tenho nenhum BANDIDO POLÍTICO DE ESTIMAÇÃO.

Professor Jorge Barros

Jorge Barros

Jorge Barros

Professor da UESB, poeta, ator e agitador cultural


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