Aécio Neves, Michel Temer, Lindberg Farias, Gleisi Hoffmann, Romero Jucá etc, e a maldição do Foro Privilegiado

Quarta-Feira, 11/04/18





Centenas de políticos - gatunos dos diversos partidos da direita canalha e da esquerda bandida, já foram citados na Operação Lava Jato. A operação que, finalmente, conseguiu demolir o castelo dos políticos-gatunos que residem no centro do poder, em Brasília. O esquema sujo montado pelos “Ratos da República” consistia (e ainda consiste, por mais escabroso que seja) em receber propinas de empresários, empreiteiras, órgãos públicos e de outras redes ligadas ao esquema sujo que impera na política brasileira, para patrocinarem suas campanhas políticas mentirosas e chantagistas, bem como para a obtenção do lucro fácil e para o enriquecimento ilícito. Outrossim, há duas grandes pedras no caminho da Operação Lava - Jato: “ O Maldito Foro Privilegiado” e a maldade do Supremo Tribunal Federal (STF). Protegidos por estes dois enigmas ineficientes e destruidores, os políticos-gatunos da direita canalha e da esquerda bandida (convém sempre reprisar isso) só podem ser julgados pelo STF; mas, condenados, talvez. No geral, os “Ratos da Repúblicas” ficam à disposição do profundo sono dos ministros da tal Suprema Corte, que julgam um político-gatuno de vez em quando. Sendo mais explícito: fazem um julgamento de dez em dez anos. Quanto ao corrupto Michel Temer, o seu destino é decidido no legislativo (foro privilegiado especial); este, por sua vez, abarrotado de malfeitores e parceiros do presidente. Em 2017, finalmente, o STF resolveu discutir e deliberar sobre a limitação do “Maldito Foro Privilegiado”. Mas, quando sete ministros já tinham dado o voto favorável à limitação do mesmo, eis que o ministro Dias Toffoli (PT) pediu vista do processo, e até hoje o tema não retornou ao debate. Assim sendo, continuam livres da justiça o senador-pilantra Aécio Neves, o detestável Michel Temer, o mau caráter Romero Jucá, o sem-vergonha e cretino Moreira Franco, o marginal Renan Calheiros, o gatuno Fernando Color de Mello, o propineiro senador Lindberg Farias, a cínica Gleisi Hoffmann e os demais políticos envolvidos em escândalos de corrupção com o dinheiro público. Um grande cerco a Brasília se faz necessário porque a Constituição que está em vigor já deu sinais de apodrecimento; e o STF, não raro, está a serviço dos ladrões e criminosos políticos. Ou a população se levanta e muda os rumos dessa triste história ou os ”Ratos da República” continuarão dilapidando nossas riquezas e roubando nossos patrimônios. Eu não tenho nenhum bandido-político de estimação, seja ele do PT, PSC, DEM, MDB, PC do B, PCO, PDT, PSOL, PSTU, REDE, PSDB, PV etc. E, se você tem algum, desvincule-se dele imediatamente porque ele só lhe traz desgraça, desilusão e atraso.

Professor Jorge Barros.

Jorge Barros

Jorge Barros

Professor da UESB, poeta, ator e agitador cultural


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